Primeiras Mulheres a Pilotar Avião Infográfico

Postado: 05 de setembro de 2013 | 13:30
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Mulheres da Aviação

Que tal ficar por dentro de quais foram as primeiras mulheres a pilotar um avião? Para
saber mais, confira o infográfico que conta tudo sobre estas mulheres! Neste infográfico você
terá conhecimento sobre os recordes, as principais homenagens, as outras ocupações destas
mulheres e algumas curiosidades sobre as aeronaves pilotadas entre Amelia Earhart e Ada
Rogato. Acesse agora mesmo e venha conhecer a história destas mulheres no Blog Azul.

Amelia Earhart

Nascida no Kansas em 24 de julho de 1897, Amelia Earhart sempre teve um espírito aventureiro. Desde que visitou uma feira de aviação em sua infância, começou a demonstrar interesse pela aeronáutica.

Após formar-se na escola, aos 19 anos, trabalhou como enfermeira na Cruz Vermelha para ajudar os soldados da Primeira Guerra Mundial. Em 1920, ao fazer seu primeiro voo em um campo de pouso que visitou com o pai, decidiu que queria aprender a voar. Para pagar as aulas, trabalhou como motorista de caminhão, fotógrafa e estenógrafa.

O primeiro avião que comprou foi um Kinner Aister, que ela chamava de “O Canário”. Com ele, em 1922, bateu o recorde mundial feminino de altitude, voando a 4,2 km. No ano seguinte, conseguiu uma licença de voo pela FAI (Fédération Aéronautique Internationale). A aviadora teve outras grandes conquistas, como a de primeira mulher a voar sobre o Atlântico, primeira pessoa a cruzar os EUA num autogiro, primeira pessoa a fazer um voo sem escalas costa a costa pelos EUA e primeira pessoa a voar sozinha de Los Angeles até a Cidade do México. Outros aviões pilotados por ela foram um Lockheed Vega 5b, apelidado de “Velha Bessie”, um Pitcairn Autogiro e um Lockheed L10 Electra.

Casada com George Putnam, desapareceu em 1937, quando tentava realizar uma volta ao mundo em sua aeronave. Sua morte foi declarada no ano de 1939.

Homenagens à Amelia Earhart

Por suas conquistas em viagens aéreas, Amelia recebeu muitas homenagens, como as medalhas Cruz de Cavaleiro, recebida do governo francês, e a Distinguished Flying Cross, dada pelo congresso americano; um museu e sítio histórico nacional; o Aeroporto Amelia Earhart; o evento anual Amelia Earhart Festival, no Kansas; e o filme “Amelia”, de 2009.

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Ada Rogato

Natural da capital paulista, Ada Rogato nasceu em 22 de dezembro de 1920. Apesar de ter recebido a mesma educação das moças de sua época, seu sonho sempre foi voar. Realizando trabalhos artesanais, juntou dinheiro para começar a ter aulas de voo e, com apenas 15 anos, conseguiu o primeiro brevê feminino de voo à vela. No ano seguinte, recebeu uma licença do Aeroclube de São Paulo para pilotar avião – a primeira concedida a uma mulher – e, em 1941, foi a primeira mulher a receber um certificado de paraquedista.

Em 1948, foi pioneira do polvilhamento aéreo brasileiro. Entre seus principais recordes, estão o de primeira piloto brasileira a atravessar a Cordilheira dos Andes, primeira pessoa a cruzar a selva amazônica sozinha e primeira aviadora solo a chegar à Terra do Fogo, Argentina. Para conseguir esses feitos, contou com duas aeronaves: uma CAP-4 Paulistinha, apelidada de “Brasileirinho”, e um Cessna 140, chamado por ela de “Brasil”.

Além de paraquedista e aviadora, Ada trabalhou como datilógrafa, redatora, chefe de seção técnica da Secretaria de Esportes de Turismo, conselheira, secretária e presidente da Fundação Santos Dumont e diretora do Museu da Aeronáutica. A aviadora faleceu em 1986, vítima de câncer.

Homenagens à Ada Rogato

Entre as muitas homenagens feitas a Ada Rogato, as principais são as medalhas Asas da Força Aérea Brasileira, Piloto Honoris Causa da FAB, Medalha do Mérito Santos Dumont e Ordem Condor dos Andes, Bolívia; o curta-metragem “Folguedos no Firmamento”; e o selo comemorativo dos 50 anos do primeiro sobrevoo dos Andes realizado por ela.

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Comentários

  1. APPARECIDA

    Gostei de tudo, mas minha comandante preferida não consta da lista, é a Comandante
    BETÂNIA, ela é maravilhosa, tenho 75 anos, viajei uma vez com ela, e se pudesse, saber na próxima viagem em que vôo ela se encontra com certeza seria com ela que faria uma bela viagem, Bonita,Elegante, Simpática, maravilhosa. E de quebra com a minha sobrinha Ana Paula Pandiini
    Ass. Apparecida Carvalho 17/08/2013

  2. ivonatto

    A empresa muito linda, e belas mulheres profissionais a trabalhar, com carinho e satisfação por essa viação aeria. Bom de se ver bom de ser visto dentro do avião, com um serviço exclusivo de bordo com essas elegantes manequim. Sucesso.

  3. Lucilia Pignolato

    Viajamos de BH para RJ numa aeronave que foi pilotada por uma comandante muito tranquila e amável, que chegou até a receber nossa neta ao final do pouso para uma foto. Assim como todos os profissionais. Estão de parabéns!

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